Modernização
Sistemas sem documentação: a especificação sai do próprio sistema
Quando a documentação não existe ou não corresponde à realidade, o esquema e o comportamento do sistema mandam. Nós os medimos antes de orçar.
O problema
A documentação quase nunca basta
Na análise de um sistema ferroviário (sem nome do cliente) o inventário chegou a 2,009 objetos, 159 tabelas, 1,238 colunas e 155 chaves estrangeiras, com 54 chaves primárias compostas. A documentação subestimava o tamanho real do sistema.
Como fazemos
Do sistema à especificação
Esquema primeiro
Lemos a estrutura real do banco de dados: tabelas, colunas, chaves e relacionamentos.
Comportamento observado
Telas e regras são documentadas a partir de como o sistema responde.
Testes
A especificação vem com testes que a verificam.
Inventário de diferenças
Contrastamos o que o sistema faz com o que diz a documentação existente.
O que fica com você
Documentação que de fato descreve o seu sistema
Mesmo que você não continue com uma migração, fica com a especificação, os testes e o inventário de diferenças.
Perguntas frequentes
Vocês precisam dos meus dados reais?
Não. Pedimos a ajuda ou capturas das telas, a estrutura das tabelas e um dono funcional.
Serve para Java e .NET?
Sim. O método parte do esquema e do comportamento, não da linguagem em que o sistema foi escrito.
Quanto tempo leva?
A amostra medida é entregue em dias, não meses.
Próximo passo
Comece por uma amostra medida: de 5 a 10 telas do seu sistema transformadas em especificação verificável, com testes e um inventário de diferenças.